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Os 471 casos registrados em agosto na unidade destacam a necessidade de medidas preventivas e atenção médica

O Hospital Estadual de Formosa (HEF), unidade do governo de Goiás gerida pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED), registrou 471 casos de gastroenterite no mês de agosto, um aumento de 79% em relação ao mês anterior. Esse crescimento expressivo está relacionado à chegada das estações mais quentes, quando aumenta a exposição a alimentos e água contaminados por bactérias, vírus ou parasitas. A gastroenterite é uma inflamação do estômago e intestinos que provoca diarreia, vômitos, dores abdominais e desidratação, exigindo atenção especial, especialmente em grupos de risco, como crianças e idosos.

Para a enfermeira coordenadora do Núcleo Hospitalar de Epidemiologia (NHE) do HEF, Karolina Reis, o aumento expressivo dos casos nos últimos 30 dias é preocupante. “No último mês, o número de casos subiu de 262 em julho para 471 em agosto, representando um expressivo aumento de 79%. Esse crescimento acendeu um alerta em nossa equipe do Pronto-Socorro, que está reforçando o atendimento e as orientações para garantir que os pacientes recebam o suporte necessário, desde a triagem até o pós-tratamento,” afirma ela.

Cuidados e medidas preventivas

A gastroenterite engloba uma ampla variedade de doenças gastrointestinais, que podem causar quadros de diarreia aguda. Os principais sintomas estão relacionados ao sistema gastrointestinal, sendo comum diarreia, náuseas, dores abdominais, cólica e vômitos. Além disso, podem ocorrer febre, dores corporais generalizadas e diminuição do apetite.

A hidratação é o principal cuidado imediato, já que a doença pode levar à rápida perda de líquidos. Recomenda-se o consumo de soro de reidratação oral e líquidos leves, evitando alimentos gordurosos durante o período de recuperação. Em casos mais graves, que apresentam sinais de desidratação severa, é necessário buscar atendimento médico.

Para o clínico geral do HEF, Dr. Luiz Felipe Peres, além do tratamento, a prevenção continua sendo a melhor forma de combate à gastroenterite. “Lavar bem as mãos, especialmente antes das refeições e após o uso do banheiro, além de consumir água filtrada e garantir o adequado armazenamento e preparo dos alimentos são maneiras bem eficazes de prevenção. Vale ressaltar que não existe tratamento específico ou medicamento direcionado para a gastroenterite, uma vez que a maioria das síndromes são de etiologia viral. Dessa forma, o próprio organismo se encarrega de limitar a infecção, produzindo anticorpos contra as toxinas e vírus. Cada caso deve ser individualizado e os pacientes mais frágeis, como crianças e idosos, necessitam de cuidados especiais,” reforça o médico.

É fundamental, ao perceber sinais graves de gastroenterite, como desidratação severa, diarreia persistente ou sintomas que não melhorem com cuidados domiciliares, que a pessoa procure atendimento médico imediatamente.

Assessoria de Comunicação do HEF

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