As crianças possuem uma rotina agitada. Com aprendizado constante e contínuo por meio de relações interpessoais e brincadeiras, elas são movidas pela curiosidade e pela ânsia de conhecer coisas novas em um curto período de tempo. Contudo, toda essa energia natural do desenvolvimento pode gerar quedas e outros tipos de acidentes domésticos, como foi o caso do pequeno Ronei Aldemir Jovino Flôr, de apenas dois anos.

Ele deu entrada no Hospital Regional de Formosa na última segunda-feira (26), para tratar uma fratura no braço direito. Residente do município de Flores de Goiás, ele foi acolhido pelos profissionais da unidade e preparado para a cirurgia, realizada na manhã de terça-feira (27). Com um pouco mais de uma hora e meia, o procedimento foi um sucesso. O paciente se recuperou bem e teve alta na manhã desta quarta-feira (28).

A mãe de Ronei, Maria Aparecida Jovino Flôr, agradeceu a atenção e os cuidados com a criança durante o período de internação. “Eu estou muito feliz por ter resolvido essa questão do meu filho aqui no Hospital Regional de Formosa. A cirurgia foi tranquila, ele está ótimo e, portanto, só tenho só resta gratidão pelo acolhimento”, disse.

Após período pós-operatório, o pequeno Ronei retornará ao hospital para nova avaliação médica. “Estamos muito felizes por ajudar esse garotinho. E isso tudo foi possível graças ao nosso novo centro cirúrgico que tem feito a diferença para os munícipes de Formosa e de outras cidades do entorno, como foi o caso de Ronei”, firmou Felipe Uchôa, diretor técnico do hospital.

“Essa foi a primeira cirurgia ortopédica infantil realizada nesta unidade. Mais uma excelente página da história recente do HRF. Nossa meta é ajudar outras tantas crianças, adolescente e adultos que necessitarem de procedimento cirúrgico nesta área”, concluiu Felipe.

Centro cirúrgico

Desde o dia 16 de julho, o HRF realiza cirurgias de urgência, de pequena e média complexidade, na área de ortopedia. Uma vitória para os munícipes da região, que até então eram transferidos para outras unidades do Estado.

Dessa forma, os procedimentos são chamados de cirurgias de urgência de segundo tempo. Ou seja, para pacientes que chegam na emergência com algum tipo de fratura que não coloca sua vida em risco e que não precisa –  do ponto de vista cirúrgico – ser abordada de imediato. 

Neste caso a pessoa é estabilizada, medicada e submetida a antibioticoterapia, para evitar processos infecciosos. Na sequência, os médicos agendam a data para o procedimento. A princípio, as cirurgias já estão sendo realizadas às terças e sextas-feiras.

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