Veríssima Soares de Queiroz, 81 anos, e Francisco de Sales Nogueira, 56 anos, estão entre as 25 pessoas que puderam receberam alta na última semana no Hospital Regional de Formosa. Desde que foi estadualizado e o Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED) assumiu a administração, a unidade hospitalar já atendeu no PS Covid-19 mais de 11,5 mil pacientes e registrou mais de 320 altas.

Dona Veríssima deu entrada no hospital com 75% do pulmão comprometido e em situação extremamente delicada. Os sintomas da covid-19 em seu corpo estavam em estágio avançado, sobretudo, a ausência de ar era intensa. Dessa forma, a decisão da junta médica em iniciar o tratamento de ventilação não invasiva (VNI), para melhora do quadro respiratório, foi o que garantiu a sobrevivência da paciente.

“Na admissão de pacientes nessa situação, o atendimento precisa ser rápido e ágil para melhorar o padrão respiratório”, disse a enfermeira Silviane Pereira Lopes, coordenadora do Núcleo Interno de Regulação (NIR).

Após passar por 21 dias de internação na unidade hospitalar e, posteriormente, receber todos os cuidados necessários, Veríssima teve alta e pôde celebrar a vida com seus familiares. Ao sobreviver, ela diz que situação parecida com a que estamos vivendo, só lembra de relatos que ouviu sobre a Segunda Guerra Mundial, quando criança.

No dia da alta médica, uma linda recepção com direito a balões, música e, principalmente, um certificado de bravura, foi realizada do lado de fora do HRF.

História de recuperação

Assim também, com a mesma vontade de vencer a doença, Francisco de Sales Nogueira, de 56 anos, foi acolhido pelos profissionais do HRF, no final de março. Assim, foram quatro dias de internação na Ala Covid-19 apresentando quadro de dispneia, baixa ventilação pulmonar, tosse e febre.

Nesse caso, o exame de tomografia apontou 25% de comprometimento dos pulmões do paciente e, por isso, o uso de oxigênio aconteceu por dois dias consecutivos. Portanto, durante todo o período de estadia de Francisco na unidade, sua família torceu e rezou pela rápida recuperação.

“Cada história aqui no hospital é importante. Atendemos individualmente, leito a leito, pois temos certeza de que isso faz toda diferença na recuperação do nosso paciente e o resultado disso, são as altas”, afirmou Vânia Fernandes, diretora executiva do HRF.

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